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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

7th Sea - A arte do panache sob a visão do D&D



Antes que todos nos apedrejem por sermos relapsos em relação às nossas publicação, meus pedidos de desculpas! Mas, infelizmente a faculdade têm comido uma boa parte do nosso já escasso tempo, então é preciso fazer algumas escolhas.

Maaas!
Retomando aquilo que tínhamos começado a fazer, um pouco mais de 7th Sea para vocês! ^^~

Livro do Mestre (polonês xD)
Livro do jogador

Venho ensaiando essa postagem tem um tempo considerável. Acho relevante porque, como a maioria dos RPGs mais "indies", 7th Sea pode causa uma certa estranheza no começo, ainda mais dependendo do sistema que a mesa está acostumada. Vou abordar o caso do ponto de vista de alguém que aprendeu a arte do RPG com D&D, passou por Storyteller e então voltou para D&D. Não vou, em absoluto, entrar no mérito de qual sistema é o melhor (até porque isso é pura bullshit), embora não possa prometer a minha total imparcialidade. Agora que já combinamos nossos termos, vamos ao que interessa!! ^^~

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Duelos e a defesa da honra.

Bom dia, novamente, caríssimos.

Venho hoje trazer-lhes um tema fortíssimo na obra de Alexandre Dumas e em 7th Sea: duelos. Duelos são uma maneira formal de resolver diferenças dentro do contexto capa-e-espada desde... sempre. Duelar é colocar-se a prova como homem (ou mulher no contexto menos machista de Théah) e defender sua postura acima de qualquer prova. Um duelo até o primeiro sangue é válido, porém nada satisfaz os ânimos como um duelo até a morte.
O duelo mortal traz uma dinâmica diferente, posto que no contexto dramático em questão os personagens podem lavar uma ofensa com seu sangue (morrendo e acabando com a vergonha) ou com o sangue do adversário, mostrando que desafiá-lo não é sensato e se oferecendo para duelar com quem mais duvidar.
Apesar de cada nação de 7th Sea ter suas regras de combate (ou a falta delas) diferenciadas, eu presumo que quaqluer personagem aluno de uma Escola de Esgrima tradicional esteja sempre pronto a duelar para defender seu estilo ou sua honra. Ocorre porém que há uma regra da Guilda dos Espadachins que diz que nenhum espadachim pode aceitar matar poutro membro da guilda por dinheiro. Essa norma abre uma prerrogativa para personagens procurarem ofensas inexistentes para buscar duelos ou até mesmo fazer desafios sem razão aparente, encobrindo outros motivos para o acerto de contas.

Vale notar que, além do aspecto prático, os duelos em 7th Sea são, muitas vezes, exibições de estilos. Cada personagem quer mostrar que seu estilo de luta, sua coragem ou sua vontade de vencer é maior.

Em suma: duelos em grande parte são debates letais, ocasiões nas quais cada um usa de argumentos retóricos afiados para expor suas verdades no peito ensanguentado do adversário. Há exceções: casos em que a motivação é humilhar, assim como casos em que há um nível de cortesia/amizade entre os combatentes, mas a seriedade e importância dos duelos em 7th Sea nunca deve ser subestimada.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Capas, espadas, navios e um penacho garboso

Boa noite, caros visitantes, e sê bem vindos ao nosso mês temático do sistema adorado pelos fãs de filmes de Errol Flynn, livros de Dumas e do queridíssimo Cyrano de Bergerac de nosso talentoso Rostande. Tenho o prazer de recebê-los, oferecer-lhes um caneco de rum e uma introdução ao tema.

7th Sea é um sistema publicado em 1999 por autores que tinham em sua experiência recente Legends of The Five Rings, razão pela qual ambos compartilham o sistema Roll and Keep, apesar de o 7th Sea posteriormente ser trazido para o sistema D20 quando se tornaria o Swashbuckling Adventures (2004-presente). O sistema se foca em aventuras de Capa e Espada, inpiradas em, conforme citei antes, romances como Os Três Mosqueteiros, Conde de Monte Cristo, Don Juan e materiais diversos sobre pirataria e relacionados.